Quadros clássicos e ícones pop ganham toques orientais nas mãos deste tatuador

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Na maioria absoluta dos países a tatuagem perdeu qualquer sentido subversivo e marginal, tornando-se, pelo contrário, um mero adorno decorativo, aceito e compartilhado por toda família.

Em alguns raros lugares, porém, riscar a própria pele ainda é um tabu: na Coréia do Sul, por exemplo, o tatuador precisa possuir uma licença médica, ou seu ofício é considerado ilegal.

Contra tudo e todos, portanto, o artista sul-coreano Pitta KKM tornou-se um ícone local, tatuando com talento e misturando referências das mais diversas.

Estéticas tradicionais locais misturam-se com elementos da cultura americana e com o trabalho dos mestres da pintura, como Magritte, Klimt e Michelangelo, transformando suas tatuagens num caldeirão cultural fervendo a perfeita fronteira entre o ocidente e o oriente.

Quadros famosos desses gênios da arte, nas mãos de Pitta KKM, se transformam em desenhos coreanos.

Partindo do tradicional espectro de cores coreano utilizado nas artes tradicionais locais conhecido como Obangsaek (no qual o azul, o vermelho, o amarelo, o branco e o preto representam leste, sul, centro, oeste e norte respectivamente, assim como cinco elementos tradicionais coreanos: madeira, fogo, terra, metal e água), suas tatuagens parecem querer saltar da pele em cores e contrastes, através de um belo uso dos espaços negativos.

“Eu misturo tudo que posso com a estética coreana. E toda vez que consigo transformar um trabalho famoso em estilo oriental, me divirto de verdade!”, ele diz.

Via Hypeness

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