Ele descobriu da maneira mais dura um projeto incrível que luta pelo acesso de brasileiros à saúde

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O direito à saúde e ao atendimento hospitalar deveria ser algo tão básico e fundamental quanto o próprio direito de ir e vir. A realidade, porém, é que em muitos países, nenhum desses dois direitos é propriamente respeitado – e a ganância e o aspecto comercial que tragicamente passaram a compor o acesso à saúde no Brasil e no mundo tornam muitas vezes tal direito em um verdadeiro sequestro pela vida.

O jovem Pablo Assis viveu na pele a dureza de tal realidade quando sua esposa, Amanda Assis, teve uma apendicite no Rio de Janeiro e precisou de uma cirurgia urgente.

O post em que Pablo explica o ocorrido coloca em perspectiva o sentido mais sombrio das barreiras e imposições que os hospitais e planos de saúde colocam de forma geral para trocar por quantias obscenas o valor da vida: se Amanda passou por isso possuindo um plano de saúde e tendo conhecimento de seus direitos, imagine o que não passam, como o próprio Pablo diz, “senhoras e senhores aposentados, pessoas sem conhecimento ou mesmo ingênuas, totalmente frágeis frente a uma corporação como um grande hospital que decide que pode fazer o que bem entender, sobrepujando as leis e as regras”.

A importância do trabalho do Movimento Chega de Descaso, portanto, é incalculável. “Nossa missão é representar os interesses individuais e coletivos na garantia do direito essencial à saúde reforçando a participação social e o modelo focado na prevenção, promoção e recuperação na assistência à saúde”, diz o site da entidade, que disponibiliza assistência jurídica, psicológica e social para quem tiver sido lesado no atendimento público ou privado de saúde.

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Oferecer visibilidade e suporte ao movimento – assim como fazer parte e recorrer à luta por uma saúde digna e acessível – pode ser, portanto, a diferença entre a vida e a morte, e é a medida da humanidade que necessariamente precisa sempre se sobrepor ao valor do dinheiro.

 

Via Hypeness

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