Corrida noturna tem música, arte e até performance

Corrida não é tudo igual. Depende onde, pra onde e com quem. Depende do trajeto e da maneira como você lida com as pedras no caminho. “Você não corre em qualquer lugar”, pensando nisso, a Gillette Body preparou uma corrida diferente, que misturou música, massagem e até pintura em neon. Durante a terceira edição da Gillette Body Running Experience, no Memorial da América Latina, em São Paulo, descobrimos que os detalhes podem fazer a diferença quando o assunto é melhorar seu desempenho nas atividades físicas.

Seja na natação, no boxe ou no atletismo, a retirada dos pelos do corpo se justifica pelo resultado. Na piscina o corpo desliza com maior facilidade, no ringue pode evitar assaduras das axilas e na corrida pode acelerar o processo de evaporação do suor. Com o argumento de que “Gillette não é tudo igual”, a campanha quer alertar que existe uma lâmina específica para os pelos do corpo, o Gillette Body, diferente das convencionais para a barba. Nesse contexto, foi feito um desafio aos maratonistas da corrida noturna: correr 5 ou 10 km num percurso pela Avenida Francisco Matarazzo até o centro, ida e volta, num clima super agradável e inovador.

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Antes da largada, os participantes puderam relaxar no Massagem Lounge, já que esta prática estimula a circulação sanguínea dos músculos e os preparam para a corrida. Houve também um aquecimento no pátio do Memorial com direito à trilha sonora pelo DJ do evento.

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Ao ser dada a largada, os maratonistas iniciaram otimistas e completaram a prova com sucesso. Ao fim dos dois trajetos, todos os participantes, independente de sua colocação, ganharam a medalha pela participação. Já o primeiro, segundo e terceiro lugar também ganharam troféus.

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Além dos food trucks para recompor as calorias, outras atrações como os painéis interativos, stands para fotos e tintas neon para pintar o rosto tornaram a corrida ainda mais divertida. A festa continuou com música, jogo de luzes e a performance do Robomanled, de 3 metros de altura, que exibiu sua roupa futurista de led, interagindo com o público. O evento foi um sucesso unindo corrida com uma experiência sensorial, valorizando a diversão, lazer e bem estar ao praticar esportes.

Aos quarenta e cinco do segundo tempo, podemos citar o maratonista e escritor japonês Haruki Murakami: “Quando sou criticado corro mais do que o usual”. Após escrever o livro “Do que eu falo quando falo de corrida”, Murakami revela que praticar essa modalidade de esporte influencia positivamente e diretamente na sua criatividade.

Seu discurso é inspirador e tem tudo a ver com a ação da Gillette: “Tento não pensar em nada de especial enquanto estou correndo. Na verdade, corro com a minha cabeça totalmente vazia. Mesmo assim, acho que exatamente por estar me concentrando em nada, alguma coisa surge naturalmente e, como um susto, de repente já está no meu pensamento. Essas coisas, eventualmente, acabam virando ideias que participam da minha criação literária”. Essa é mais uma prova de que se exercitar oxigena o cérebro e vai além do bem estar físico. Sendo assim, vida longa à iniciativas como a Gillette Body Running Experience.

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selo artigo patrocinado

coberturahype

Via Hypeness

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